Você some.
Sua imagem se esvai...
Me despedaço e o espaço me consome!
Sua voz já se apagou, seus cabelos... onde estou?!
Tudo se foi...
Nada restou...
Esfrego e sangro a carne à procura do que for você!
Minhas tripas querem ser livres vomitam em bala de canhão o parasita
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