Olá, noite.
Imensidão!
E agora, onde as perguntas estão?
Pequenas e envergonhadas, fogem: já foram importantes.
Absorto.
Profundamente livre de mim e de tudo, nada, porém, me escapa, nem eu, nem tudo o mais.
No calor do dia vivem a procurar, porém sem jamais achar e sem nem saber o quê.
À noite sonham ainda mais.
Agora que chegas, continuo a sorrir e dramatizo. Sábio e insano, incerto e audaz, sem motivo e sem querer, que não há porque do o que.
Então, calo-me.
E a todos, desejo boa sorte!