"Deus" é concebido como algo que não consiste numa concepção.
Segue-se que "Deus" é concebido.
Ora, aquilo que é concebido consiste numa concepção.
Segue-se "Deus", se existe, consiste numa concepção.
Segue-se que "Deus" não existe.
Segue-se que a concepção de "Deus" é uma concepção do que não existe ou uma concepção errônea.
"Matéria" é concebida como algo que não consiste numa concepção.
Segue-se que "matéria" é concebida.
Ora, aquilo que é concebido consiste numa concepção.
Segue-se "matéria", se existe, consiste numa concepção.
Segue-se que "matéria" não existe.
Segue-se que a concepção de "matéria" é uma concepção do que não existe ou uma concepção errônea.
"Substância" é concebida como algo que não consiste numa concepção.
Segue-se que "substância" é concebida.
Ora, aquilo que é concebido consiste numa concepção.
Segue-se "substância", se existe, consiste numa concepção.
Segue-se que "substância" não existe.
Segue-se que a concepção de "substância" é uma concepção do que não existe ou uma concepção errônea.
Aquilo que não consiste numa concepção é concebido como "aquilo que não consiste numa concepção".
Segue-se que aquilo que não consiste numa concepção é concebido.
Ora, aquilo que é concebido consiste numa concepção.
Segue-se que aquilo que não consiste numa concepção, se existe, consiste numa concepção
Segue-se que aquilo que não consiste numa concepção não existe.
Segue-se que a concepção daquilo que não consiste numa concepção existe é uma concepção do que não existe ou uma concepção errônea, ou uma ignorância, ou um obscurecimento.
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