sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Balada de uma punhalada só

Não te vejo.
Não te ouço.
Não te sinto.
Você some...
Sua imagem se esvai.
Me despedaço
e o espaço me consome.
Sua voz já se apagou.
Seus cabelos...
Onde estou?!
Tudo se foi!
Nada restou!
Esfrego e sangro a carne à procura do que for você!

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