domingo, 19 de fevereiro de 2012

Boa noite

Olá, noite.

Imensidão!

E agora, onde as perguntas estão?

Pequenas e envergonhadas, fogem: já foram importantes.

Absorto.

Profundamente livre de mim e de tudo, nada, porém, me escapa, nem eu, nem tudo o mais.

No calor do dia vivem a procurar, porém sem jamais achar e sem nem saber o quê.

À noite sonham ainda mais.

Agora que chegas, continuo a sorrir e dramatizo. Sábio e insano, incerto e audaz, sem motivo e sem querer, que não há porque do o que.

Então, calo-me.

E a todos, desejo boa sorte!

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