A paranóia é como uma fé inabalável na própria insegurança,mas como os dois lados de uma moeda também servem de avisos.Basta que façamos a justa separação das vozes conselheiras e das que atormentam. Gostei muito !
Ator e desenhista. Diretor, dramaturgo e escritor. Amo a pesquisa das emoções e da psique humana, a representação, o teatro. Amo as palavras e lavrá-las. Muitas vezes é preciso chocar para quebrar o ovo. O deboche é pessoal sim, mas universal. Sob qualquer forma de expressão é o alívio de uma porta de saída do labirinto da dúvida, do medo e da opressão. Debocha-se do sagrado, debocha-se da autoridade, debocha-se de si mesmo e da existência como um todo. E respeita-se o vazio.
3 comentários:
Gostei! Consciências válidas das nossas atitudes não nos asfixiam, nos dão ânimo para querer melhorar, isso sim! São construtivas!
quííííí
A paranóia é como uma fé inabalável na própria insegurança,mas como os dois lados de uma moeda também servem de avisos.Basta que façamos a justa separação das vozes conselheiras e das que atormentam.
Gostei muito !
E o meu outro lado,hehehe,o menos asno corrige...
"a paranóia(...) também serve de aviso.
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